TV LUNÁTICA

30 de agosto de 2024

Religião VS Vida Alienígena - Reflecção para o fim de semana

  Caros amigos e amigas Lunáticos, 


Hoje não vos escrevo sobre algo em concreto, mas gostaria de ter um feedback da vossa parte sobre algo que estive também eu a pensar. Podem deixar as vossas ideias sobre o assunto aqui nos comentários, no Facebook Portugal dos Lunáticos Zeca ou até mesmo fazerem uso do nosso email portugaldoslunaticos@gmail.com.


Religião VS Vida Alienígena é o tema para esta reflexão que vos deixo e que mais uma vez digo que gostaria de receber o vosso feedback.


E se as religiões existentes fossem apenas e só uma falsidade para acreditar-mos em algo que nunca existiu Deuses, milagres entre outras coisas e que fosse apenas e só uma espécie de conto de fadas para encobrir a verdadeira criação do Planeta Terra?


Supostamente antes de haver Jesus, Josué ou o que for já existiria vida neste planeta nem que houvesse uma Maria e um José e até Reis Magos  já seria o suficiente! Terá existido até lá uma evolução do que viria a ser da espécie humana, terão existido de facto dinossauros! O que é certo é que desde o Homo Sapiens e até por volta dos descobrimentos houve sempre relatos de "Deuses" vindos dos céus em barcas em chamas!


Como é que os nossos antepassados conseguiram fazer desenhos tão perfeitos em pedras de cavernas e que ainda hoje podem ser vistos até mesmo em Portugal? Não havendo a tecnologia que há hoje é para mim complicado de perceber como essas figuras foram feitas! Nessas mesmas figuras pudemos também reparar que além dos animais que seriam caçados também figuras de supostos "humanos" que nada tem haver com a espécie humana da altura estão referenciados!


As Pirâmides do Egipto construídas para os Faraós, que seriam igualmente Deuses! Pirâmides essas construídas com pedras enormes que nos dias de hoje dificilmente pudessem ser feitas com tanta precisão, elas hoje estão no meio de deserto mas ao que consta haveria bastante água, o que até poderia ajudar no transporte de tais pedras e como é que as colocariam umas em cima das outras até determinada altura acredito que pudessem conseguir mas com o tamanho que elas têm? Haveria conhecimento suficiente para se utilizarem guindastes e capazes de aguentar com o peso?


Será que na verdade tudo isto terá sido possível sem ajuda de naves vindas de algum outro planeta?


Será que na história da Bíblia Maria não terá sido engravidada por um ser alienígena já que supostamente apareceu grávida do dia para a noite? Os reis magos foram guiados por uma estrela cadente poderia eventualmente ser um disco voador?


Porque o planeta Terra havia de ser o único que fosse habitado no meio de tantos planetas e exoplanetas numa Via Láctea sem fim? Porque será que a Via Láctea tem buracos negros? Quer fazer concorrência com as estradas em Portugal?


Também é sabido que os Estados Unidos da América tem estudado corpos alienígenas  como o caso de Roswell que afinal seria um Balão e porque a Área 51 é tão secreta que nem os Presidentes conseguem saber o que efetivamente se passa naquele local?


Como adoraria ter a vossa opinião sobre o assunto! Ficarei atento às vossas respostas. 




Até breve.

27 de agosto de 2024

Para sempre Carlos Paião

 Caros Lunáticos(as),

Fez ontem 36 anos que vimos partir Carlos Paião, dois dias após o grande incêndio nos Armazéns do Chiado, num acidente rodoviário na Estrada Nacional 1 em Rio Maior. 

Em Novembro de 2019 já havia escrito sobre este grande músico e compositor, que com a maior das facilidades brincava com as palavras, pelo que não me vou querer estar a repetir apesar de já ter sido à 5 anos o post referido. Vale sempre a pena recordar os nossos grandes nomes do meio artístico e por isso que depois de Ana Faria hoje escrevo sobre Paião dando 2 seguidas (salvo seja :D).

Este Senhor que faria 67 anos a 1 de Novembro em apenas 10 anos de carreira deixou-nos dezenas de boas músicas para o recordar-mos claro está que se não fosse o trágico acidente, talvez ainda hoje o pudéssemos ter a cantar e a encantar desde que não fosse em "Playback" claro! Talvez em qualquer "Foguete" o pudéssemos ver será que utilizaria "Pó de Arroz" para aparecer na TV? Quem sabe o víssemos numa "Marcha" de um qualquer "Pião das Nicas" ao lado de algum "Senhor Extra-terrestre"! Estão aqui mencionadas algumas das muitas canções deixadas nem todas cantadas pelo próprio mas por exemplo por Amália Rodrigues no caso do "Senhor Extra-terrestre" ou a "Canção do Beijinho" pelo grande Herman José assim como Bámos Lá Cambada (com José Estebes) hino à Seleção Nacional em 1986. 

Aonde quer que esteja um brinde ao Carlos Paião com Vinho do Porto, Vinho de Portugal e um muito obrigado pelas músicas que nos deixaste.




26 de agosto de 2024

Adeus à Mãe dos Queijinhos Frescos

 Caros Lunáticos/as, cá estamos mais uma vez por mais uma triste notícia apesar de ter feito este sábado uma semana que partiu a "mãe" dos Queijinhos Frescos. Anabela de Faria Lucas dos Santos Gomes ou Ana Faria como ficou para sempre conhecida com os álbuns que editou com música infantil "Brincando aos Clássicos" Vols. 1 e 2 de 1982 e 1983 respetivamente e em 84 vem então "Os Queijinhos Frescos", a particularidade destes 3 álbuns é foram gravados com os seus três filhos João, Nuno e Pedro e nos 2 primeiros recriou vários temas de música clássica com letras engraçadas para a criançada. Crianças eram também seus 3 filhos e os discos ficaram a encantar jovens daquela época. 

Nos finais de 80 princípios de 90 fundou também os Onda Choc, de onde se destaca a participação da cantora Marisa Liz por exemplo, com música já mais juvenil sempre com grandes versões de músicas adaptadas como por exemplo "Na minha Idade" versão de Tous Les Garçons et Les Filles da Grandiosa Françoise Hardy, ou "Cabecinha no Ombro" que na altura tinha sido editado para novela "Pedra Sobre Pedra" na voz de Roberta Miranda ou até mesmo "Ele é o Rei" versão do tema das 4 Non Blondes "What's Up", entre outros.

Faz pena ver partir pessoas assim, que contribuíram de alguma forma na cultura de crianças e não só e que acabam esquecidas por quem de direito, por isso que continuarei a contribuir para que os nossos artistas sejam do mundo da música ou do teatro nunca morram. Estarei cá para os relembrar que existiram ou ainda existem.


Até breve.